quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

[Notícias] - Dragon Bride, A Nova HQ da Jambô

Mas isso aqui hoje tá com mais notícias do que o Jornal Nacional!

Ok, cambada, cliquem no Leia Mais para conferir as novidades sobre a nova HQ da Jambô...

...

Bem, na verdade nem tão nova assim. Dragon Bride - A Noiva do Dragão foi uma HQ publicada nas páginas da Dragon Slayer produzido pela mesma equipe responsável por Holy Avenger.

Então num ato de extrema preguiça vou Ctrl+C/Ctrl+V o site da Jambô:

Em tempos remotos...

...anteriores à própria língua falada, a Ilha Nobre foi devastada por invasores humanos. Com medo, os animais pediram socorro aos Irmãos Selvagens, as duas grandes divindades que olham pelas criaturas da natureza. Eles são a Dama Altiva, bondosa deusa das plantas e animais; e o Indomável, cruel deus das feras e monstros.

Os humanos foram extintos em seis dias. Mas o sofrimento dos animais não podia ser apagado tão facilmente. Alguns deles pediram aos deuses para serem humanos também. Pediram para ter mãos, caminhar sobre duas pernas, usar palavras e erguer cidades.

Com relutância, seu desejo foi concedido. Hoje, os Reinos de Moreania são uma civilização formada pelo povo humano conhecido com os Moreau. Muitos entre eles apresentam traços ligados aos Animais Míticos. No entanto, sob todos os aspectos, são pessoas normais.

Um dos feriados mais ansiosamente esperados em Moreania é o Festival dos Noivos. Uma semana de torneios e jogos, quando todos os casamentos são realizados.

Nossa história começa no reino de Brando, em um ponto próximo à fronteira com as Montanhas de Marfim. Uma região perigosa, assolada por orcs, ogres e outros monstros humanóides.

O Festival dos Noivos será em duas semanas.

DBride: A Noiva do Dragão foi publicada ao longo da revista DragonSlayer. Agora, pela primeira vez, esta apaixonante obra de fantasia retorna completa em um só volume.

De Marcelo Cassaro e Erica Awano, os mesmos autores de Holy Avenger.


"Mas Oráculo, seu babaca! O que picas isso tem a ver com RPG?"

- Ora, tem tudo a ver, porra! Os Reinos de Moreania são parte integrante do mundo de Arton, do cenário Tormenta. Além disso, HQs e RPG sempre andaram de mãos dadas.

Pessoalmente prefiro DBride a Holy Avenger. A trama é mais bem desenvolvida e os desenhos mais caprichados.

Essa é chance para você que não pode acompanhar a série durante a sua publicação na DS, ou é fã de encadernados de quadrinhos.

DBride tem 256 páginas pelo preço de 49,90 Dilmas.

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Inspetor de Equipamentos nas horas vagas. Está se preparando para chutas as bundas dos Lordes da Tormenta.


19 comentários:

  1. Pra mim esse formato de HQ nunca dará certo no Brasil, ainda mais com o já consolidado produto estrangeiro que provavelmente deve ter uma qualidade melhor do que essa. Não estou querendo julgar a obra sem ter lido, contudo acompanhei a Holy Avenger que a mesma "origem" e digo que, se for no mesmo ritmo dela, será mais um dos quadrinhos nacionais que não vingaram.
    Sou da opinião de que no Brasil as editoras deveriam adotar o formato japonês de publicação, seguindo o exemplo de revistas como a Shonen Jump, que publicam várias histórias numa mesma edição e só dão continuidade ao que o público quer acompanhar de verdade. Isso com o menor custo possível: imprimindo em preto e branco e utilizando papel reciclado.

    ResponderExcluir
  2. Bem... Apesar de não ser fã de Tormenta devo adimitir que a " A Noiva do Dragão" é super bem produzida. Tanto no quesito roteiro quanto na arte. Agora o traço da Awano é sem dúvida um show a parte...

    ResponderExcluir
  3. @Anônimo:

    Mas a qual formato de HQ você se refere?

    DBride possui um estilo bem semelhante à Holy Avenger que foi uma das séries em quardinhos basileiras mais duradouras.

    A série fez sucesso enquanto era publicada nas páginas da Dragon Slayer, ou pelo menos sucesso suficiente para justificar uma versão encadernada.

    E por fim, o formato físico da publicação também faz sucesso, senão a Panini não estaria vez por outra relançando clássicos da Marvel e DC em formato encadernado.

    Quanto a adotar o estilo da Shonen Jump no nosso mercado editorial seria um tremendo desperdício. Todas as semanas toneladas de ideias são jogadas fora porque não causaram repercursão suficiente nos primeiros números.

    Publicar várias histórias em um lvro que mais parece uma lista telefônica pode até dar certo no Japão (onde eles compram e depois jogam fora), mas tenho minhas dúvidas quanto a eficácia desse método por aqui.

    ResponderExcluir
  4. Negócio era a putaria que ficava nas HQs que a Dragão Brasil publicava nos primordios! Aquilo era qualidade!!!

    Essa Dragon Bride eu não lembro. Já leu, Oráculo?

    ResponderExcluir
  5. Putaria velada, que se diga antes de qualquer comentário hehe

    ResponderExcluir
  6. Li Dragon Bride completa. Curti mais do que Holy Avenger, apesar de ter menos ação.

    O mais interessante é que o protagonista Koi, o samurai com cara de cachorro consegue ser um personagem extremamente carismático sem dizer uma única palavra durante toda a saga.

    Dentre as HQs que saiam na antiga Dragão Brasil as que eu mais curtia eram as que o Greg Tochinni desenhava. A maioria era baseada em Vampiro: A Máscara.

    ResponderExcluir
  7. @Oráculo

    Eu me refiria a esse formato que eles adotam que é uma mistura do americano (na formatação) e japonês (com roteiro e traço inspirado no mangá).
    Duvido que você realmente ache Holy Avenger uma HQ boa, tirando os fatores de apresentação gráfica do cenário de Tormenta e nostalgia. Ainda mais pra concorrer no mercado brasileiro que só publica obras estrangeiras já consagradas pelo público e crítica.
    Holy Avenger só fez sucesso porque foi lançado numa época em que o mercado ainda não estava inundado de mangás como atualmente, e digo que se o Cassaro acha que essa revista vai dar certo indo no mesmo passinho que ele fazia antigamente, sinto em dizer que será outro fracasso quadrinhístico brasileiro.
    Espero estar enganado, mas acho que essa DBride deve fazer sucesso mais por ser um bom complemento da revista, uma cereja encima do bolo, do que por ser realmente inovadora e fantástica.
    Enquanto ao mercado japonês de mangás, ele daria certo aqui justamente por descartar uma tonelada de idéias, descartando o material mediocre e promovendo uma rotatividade que daria muito mais oportunidade àqueles que gostariam de publicar seu trabalho.

    ResponderExcluir
  8. maneirissimo!!! eu não consegui acompanhar pela DS, vai ser otimo ler tudo de uma vez;

    ResponderExcluir
  9. @Anônimo:

    Bem, eu acho Holy Avenger uma história realmente boa sim. Não é a melhor HQ que eu já li, mas isso é mero detalhe.

    Quanto ao modo de publicação de quadrinhos japonês dar certo ou não no Brasil, eu sinceramente não sei se funcionaria ou não, simplesmente porque nunca foi tentado. O fato de que nenhuma editora se arriscou a tal tarefa talvez indique algo.

    Mas veja bem, os livros de mangá (ou seja lá qual o nome que eles usem) apenas mantém as histórias que fazem sucesso. Quando elas deixam de fazer sucesso são sumariamente descartadas, mas isso não tem NADA a ver com a qualidade da mesma.

    Como exemplos posso citar Cavaleiros do Zodíaco e Yu-Yu Hakusho. Fica óbvio que o editor mandou que os autores acabassem logo com a história fazendo um final corrido e meia boca para que logo em seguida os autores lançassem logo algo novo.

    Isso talvez funcione no Japão, mas no ocidente as coisas são diferentes. Normalmente o público gosta de acompanhar as histórias. Holy Avenger mesmo vendeu pouco no começo, não porque o público não gostasse da história, mas simplesmente porque não confiavam que a revista fosse passar da terceira edição.

    Isso explica a alta procura por edições anteriores que levou a editora a relançar os primeiros números da revista.

    ResponderExcluir
  10. Aliás, esse argumento de "só fez sucesso porque foi lançado numa época em que o mercado ainda não estava inundado de mangás como atualmente" é meio furado.

    Como assim SÓ fez sucesso por isso? O cara teve visão de mercado ao perceber o momento certo de lançar sua obra. Se isso não significa competência e visão editorial, sinceramente não sei o que é.

    É a mesma coisa que dizer que Dungeons & Dragons só fez sucesso porque não havia nenhum jogo como ele no mercado.

    ResponderExcluir
  11. Apareça no /rpg/ de vez enquanto, e modere neste 'dilmas'

    ResponderExcluir
  12. "Apareça no /rpg/ de vez enquanto"

    Não entendi essa frase, mas eu jogo AD&D e Tormenta semanalmente.

    E não posso moderar os "Dilmas", já que eu votei nela e no seu antecessor.

    Sim, eu sou petista, quem não gostou que me processe!

    ResponderExcluir
  13. Cara, fico surpreso com posts como o do "Anônimo" aí. Os caram falam como se fosse fácil fazer uma HQ e publicá-la aqui no Brasil. Sou ilustrador há 4 anos e ainda não consegui publicar nada (de quadrinhos). Depois me fala do formato, de certo ele queria ler de tras pra frente como o original japonês. Quem já leu mangá original sabe o quanto é confuso. Ele é publicado assim no Brasil para tornar a leitura mais fluída e agradável e bah, sinceramente, já vi que não entende nada de quadrinhos... Sugiro que leia alguma coisa como os livros de Will Eisner ou Scott McCloud para saber um pouco mais sobre a "Nona Arte"...

    ResponderExcluir
  14. Ler de trás pra frente é mera questão de costume.

    Ainda assim, não acredito que o método de publicação de HQs (toneladas de histórias de qualidade variável, publicadas em livros) tenha chance de dar certo por aqui.

    O primeiro problema seria o preço. Uma HQ colorida de 148 páginas custa em média R$ 15,00 (pelo menos a edição mais recente de X-Men que eu comprei custa isso), enquanto uma HQ com a mesma média de páginas em preto e branco custa pouco mais da metade (o preço das HQs do Tex, por exemplo), já os revistas japonesas de mangá como a Shonen Jump tem bem mais páginas e são publicadas semanalmente.

    Outro problema seria o investimento das editoras. Ou alguém acha que uma editora pagaria roteiristas, desenhistas e demais artistas para lançar um produto sem saber se ele vai vender?

    Para uma editora lançar um produto ela tem que confiar no que está publicando. É uma aposta, o editor não sabe se o produto vai vender ou não, mas ele tem que pelo menos confiar no que está lançando, não é "Se fizer sucesso, beleza. Se não fizer tá tranquilo também".

    E ainda, pelo menos metade do que se publica lá no Japão é lixo absoluto, não chega nem perto da quantidade de séries realmente boas, ou que fazem sucesso (como as que são traduzidas para o português), mas a cultura japonesa é mais consumista que a nossa. Lá o sujeito compra a revista, lê e joga fora, como um jornal. Aqui nós compramos para colecionar, ler e reler de novo. São culturas diferentes, não dá pra comparar uma com a outra.

    ResponderExcluir
  15. Exato... No japão, graças principalmente a Osamu Tezuka (Considerado o Pai do Mangá),os japoneses adquiriram o hábito de ler mangás, seja ele de qualquer tipo. Lá existem HQ's desde Buda até o cara que estava com diarréia e foi de bicicleta trabalhar. Realmente aqui chega cerca de 1% do que é publicado lá, e realmente muita coisa lá é considerado lixo no quesito popularidade, já a qualidade da maioria é grande, uma vez que lá o cara para publicar tem que ser fera, tem que saber desenhar e escrever o roteiro, não é costume deles haver um roteirista, um desenhista e um arte-finalista como nos quadrinhos ocidentais, o mangaká geralmente faz tudo.

    Ao fato de ler ao contrário realmente é questão de costume. Me referi a isso pq os quadrinhos para serem agradáveis devem atrair a atenção dos leitores página a página, o que não acontece se mantivermos o formato original. Por não termos o costume de ler da direita para a esquerda se torna muito cansativo a leitura, se não para alguns, com certeza para a grande maioria.

    O fato das editoras não investirem mais ao mercado nacional se deve a alguns fatores. Entre eles a errônea fama dos quadrinhos no Brasil serem coisas de criança. A qualidade do material aqui, a maioria acha que para se tornar desenhista de quadrinhos basta apenas copiar gibis, todos os artistas das grandes editoras (com raríssimas exessões) são artistas no sentido mais completo da palavra, estudam artes, composição, desenho ao natural, nu artístico, etc. E o principal motivo é o eterno preconceito do brasileiro de olhar para algo publicado aqui no Brasil e já julgar que deve ser de péssima qualidade e que não chega aos pés do importado...

    ResponderExcluir
  16. Bah..... Tormenta.......

    ResponderExcluir
  17. O preço que é salgado!! 49,90!!

    ResponderExcluir
  18. falando em formato japonês, já viram a nova revista Ação Magazine:

    http://www.omelete.com.br/quadrinhos/acao-magazine-revista-brasileira-trara-coletanea-de-mangas/

    ResponderExcluir