terça-feira, 28 de agosto de 2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

E o escolhido foi...


Recentemente eu anunciei uma nova mesa online, desta vez deixando um pouco de lado a fantasia medieval e partindo para o lado dos super-heróis.

E como eu sou um cara legal, dei quatro opções de sistemas pra vocês escolherem, então vejamos quem foi o mais votado.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Bem Vindo à Silent Hill


Silent Hill + The Shotgun Diaries. O que isso pode resultar?

Mais um post do leitor! Desta vez o texto é do Erik Ferreira Nunes so site Silent Hill Net.

É engraçado como as inspirações agem. Como, por vezes, ficamos mirando uma página em branco, fuçando em livros e revistas de RPG, de ficção e fantasia, e nada nos vem.

O que isso tem a ver com Silent Hill, ou Shotgun Diaries? Aparentemente, nada, mas achei que ficaria muito feio começar me apresentando. Bom. Eu sou Erik Ferreira Nunes, tenho 22 anos e jogo RPG desde os 10. A poucos anos, recebi a minha primeira oportunidade para trabalhar como autor através da Dragon Cave, revista online própria do Mighty Blade.

De lá até meses atrás, passei todo meu tempo livre trabalhando na tentativa de criar um sistema a partir das minhas próprias concepções. Durante muita pesquisa e leitura de diversos sistemas e cenários, acabei me deparando, neste blog, com dois hacks do Shotgun, que me fizeram buscar pelo sistema original.

Semestre passado, tive o desafio de tentar auxiliar minha esposa em uma pesquisa para a faculdade sobre etnomatemática, onde ela escolheu justamente trabalhar com RPG. Durante o desenvolvimento dessa pesquisa, nos deparamos com a possibilidade de criar um sistema próprio para trabalhar com as crianças, já que não encontramos – ao meu ver – bons materiais realmente jogáveis. O sistema deveria ser simples e rápido, e por vezes eu pensei no Shotgun, mas a ideia acabou guardada para uma próxima oportunidade...

Que aconteceu!

Não sei bem porque, mas, enquanto procurava um game para trabalhar como cenário para o meu sistema, comecei a pensar demais em Silent Hill. Meu sistema não comportaria este jogo, mas meu cérebro trabalhava em alguma maneira de adaptá-lo. Cheguei a cogitar o Sistema Daemon, mas, sem perceber, estava fazendo anotações em cima do Shotgun Diaries.

Quando de fato concebi a adaptação, foi pensando nos fãs do game que não jogavam RPG. Para tal, tive a oportunidade de publicá-lo no site especializado Silent Hill Net (www.silenthill.com). E tive retorno considerável, questionando sobre coisas básicas que não apareciam no primeiro e-book, que me permitiu a criação de um suplemento.

Entretanto, me vejo hoje em um dilema. Eternamente insatisfeito, me pergunto o que poderia estar errado e certo com o material. Enviei para o blog em busca de críticas dos autores dele, mas fui aconselhado à enviar este Post do Leitor. Então, escrevi-o e enviei-o, esperando justamente críticas (boas ou ruins) sobre meu trabalho.

Desde já, grato pela atenção de vocês.

Sobre o hack

Quem conhece os dois hacks já postados aqui, vai perceber conceitos de ambos no Silent Diaries. Além da mecânica básica, alguns detalhes adicionados podem ser considerados por vocês uma distorção das concepções originais.

O Relógio e as complicações e o Medo estão presentes, assim como um medidor de Corrupção. Por outro lado, os diários e os suprimentos estão mais próximos do jogo. Temos esteriótipos de personagem totalmente originais e, bom... O Silent Diaries traz um sistema de combate que (por mais irônico que pareça) foi criado o mais próximo possível da mecânica básica.

O suplemento tem por público-alvo os não-jogadores, e apresenta conceitos básicos sobre RPG, mas todos focados diretamente ao Silent. Ambos os livros possuem menos de 10 páginas, nos moldes do original e dos hacks nos quais me baseei.

Ambos livros estão disponíveis no Silent Hill Net, na seção Trabalho de Fãs.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Divulgando seu material no Dragão Banguela

Volta e meia os leitores entram em contato com a gente para divulgar materiais de sua própria autoria.

Em alguns casos ocorre até mesmo deste site servir de inspiração para os leitores criarem coisas novas, o que me dá muito orgulho (pelo menos quando o material é bom)
Ocorre que nem sempre as pessoas encontram uma boa maneira de pedir divulgação aqui no site e para evitar qualquer tipo de problemas venho aqui trazer um pequeno manual para quem quer divulgar seus materiais autorais aqui no blogue.

Divulgação Espontânea - Essa é a forma mais sincera de divulgação. Se eu ler um livro, site ou coisa do tipo, criada por um leitor do blog e ver que é um material de qualidade, é claro que eu vou querer divulgá-lo para os demais leitores.

Contudo, essa também é a forma mais demorada de acontecer. Eu tenho uma pilha enorme de livros pra ler e tempo de menos pra diminuí-la, então não ajuda muito se eu só conseguir terminar de ler o seu livro daqui há um ano, por exemplo.

Post do Leitor - Geralmente os textos enviados para a coluna Post do Leitor são basicamente textos normais do site, sobre RPG e coisas afins, mas nada impede que um leitor use esse espaço para um pouco de auto-promoção.

Dificilmente eu barro um texto enviado para essa coluna, o que acontecia antes era de o e-mail ficar perdido no limbo, mas com a nova caixa bostal do Dragão Banguela, o tempo de resposta tem sido bem menor.

Há também a opção de se enviar um press-release para que a gente coloque na seção de notícias.

Posts Patrocinados - Por definição, o Dragão Banguela é um blog sem fins lucrativos, por esse motivo vocês não veem anuncios do Google ou qualquer outra forma de propaganda por aqui. Contudo, se alguma editora estiver interessada em divulgar seus lançamentos aqui no site estamos abertos a negociações. Basta usar o nosso endereço de e-mail.


E agora, voltamos à nossa programação normal.


Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é Mago, Ilustrador, Escitor e Técnico em Mecânica quando sobra tempo. Fã incondicional de quadrinhos e videogames, planeja dominar o mundo num futuro próximo.

Quem precisa de rebeldes?


 Ontem o Plebeu fez um post falando de um dos vários casos em que a  nossa mídia sensacionalista persegue os jogadores de RPG.

Mas e quando os próprios jogadores de RPG colaboram para a má impressão sobre o jogo?
Pra quem não entendeu picas ou não teve saco de carregar o vídeo, eu explico.

Trata-se do programa da Eliana no SBT, onde há um quadro em que umas minas tentam arrumar um par romântico, afinal a moda é expor suas vidas sociais por aí aos quatro ventos (não reclamem, vocês fazem o mesmo no Facebook, Twitter e o caralho a quatro).

Eis que uma das mulheres saiu com um candidato, mas não rolou o namoro e eles colocaram a culpa nas suas preferências quanto às seitas do RPG Vampiro: A Máscara.

Obviamente ninguém entendeu porra nenhuma (a expressão da apresentadora reflete 99% da população do país) e para os fãs do jogo só resta uma terrível vergonha alheia.

Ok, vamos explicar algumas coisinhas:

Primeiramente, usar a palavra "seita" já é uma péssima escolha. Tá, eu sei que o cristianismo também é uma seita (basta olhar no dicionário pra ver a definição da palavra), mas se você usa a palavra assim solta no ar É CLARO que vão associar ao satanismo ou coisas do tipo.

Além disso, qualquer tentativa de humor "privado" é inútil quando se tem um público muito abrangente. Qualquer jogador de RPG com um pouco de bom senso sabe que os dois não se matariam por ele ser Camarilla, Sabá ou o cacete, mas acontece que a imensa maioria dos telespectadores (e até mesmo os produtores) do programa NÃO SABEM O QUE É ESSA PORRA DE CAMARILLA E SABÁ!!!

É por isso que quando o Fantástico vai fazer uma matéria sobre internet eles explicam que se trata da "rede mundial de computadores". Porque SEMPRE vai ter alguém que não sabe do que se trata e no caso de um hobby praticado por tão pouca gente é mais importante ainda mostrar que se trata de uma diversão sadia e não de uma coisa de loucos bitolados!

Aliás, em todo bom livro de RPG SEMPRE há pelo menos uma página explicando do que se trata o jogo, porque sempre vai haver alguém que pega um livro por curiosidade e acaba percebendo que o RPG não é uma coisa de loucos assassinos afinal.

Enfim, o que eu quero mostrar aqui é que antes de sair fazendo alarde com essa ou aquela emissora de TV fazendo a caveira dos jogadores de RPG, devemos prestar atenção a como NÓS mesmos jogadores mostramos nosso hobby aos leigos.

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é Mago, Ilustrador, Escitor e Técnico em Mecânica quando sobra tempo. Fã incondicional de quadrinhos e videogames, planeja dominar o mundo num futuro próximo.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Petição Pública contra a distorção do RPG na TV



A novela Rebeldes da Rede Record esteve veiculando informações sobre o RPG que podem ser consideradas, no mínimo, distorcidas. Em suma, há um grupo que joga RPG na novela, no entanto esse grupo apresenta o jogo de forma bem diferente do que realmente é, o que está fazendo o público que assiste o programa a ter uma visão bem deturpada de nosso querido hobby.
Por isso, um grupo de entusiastas do RPG criou uma Petição Pública em repúdio ao que está sendo veiculado. Trata-se de um abaixo assinado do qual você também pode participar. Veja abaixo:




Abaixo-assinado em repúdio as cenas distorcidas sobre o RPG veiculadas na novela REBELDES da rede RECORD

Para:Rede Record, Poder Público e a União
Nesta semana a rede Record de televisão veiculou em sua novela adolescente Rebeldes cenas deturpadas do jogo conhecido como RPG – Role Playing Game – com o claro objetivo de passar ao seu público uma imagem distorcida da realidade. 
Os jogos de RPG são foco de estudos científicos e existem diversas pesquisas que apontam inúmeros benefícios do jogo para o desenvolvimento de esferas de conhecimento mesmo quando praticados pura e simplesmente como lazer. 
Sendo assim, cabe a nós jogadores de RPG, comunidade acadêmica, pais, professores, pessoas esclarecidas em geral que entendem de fato do que se trata o RPG REPUDIAR a veiculação de cenas tão distorcidas da realidade capazes de criar muito mais danos do que benefícios a sociedade. O público alvo da novela, crianças e adolescentes podem acreditar que aquilo que é mostrado na novela é um jogo de RPG, levando-os a praticar algo muito diferente do que realmente o é. 
Seguem algumas das distorções apresentadas: 
1-) Na novela o jogo acontece o tempo todo, não existe separação entre o real e a fantasia. Quando se joga RPG de verdade se joga por um determinado tempo e num determinado espaço, toda criança sabe quando está brincando ou não. Esta é a uma das principais premissas do RPG. 
2-) Novamente na novela o GM (Game Master), Mestre de Jogo ou Narrador aparece como um soberano que dita ordens e estas devem ser cumpridas sem questionamento algum. Na verdade quando se joga RPG o GM é um mediador que atua nas regras do jogo para resolver disputas e conduzir a trama do jogo, não se trata de um ditador absoluto com poderes ilimitados como é retratado. A trama é construída em conjunto, com regras claras e dispostas nos livros de RPG ou previamente combinadas entre todos os jogadores. 
3-) Um dos pontos mais graves na novela, a primeira “missão” dada pelo GM para os jogadores é sair na rua e assustar a primeira pessoa que passar, um absurdo. RPG não tem nada disso e não envolve não jogadores no jogo. Os participantes tem a clara noção de que o jogo se passa num universo imaginário e não numa mistura entre realidade e fantasia. Muito menos envolvendo pessoas alheias ao jogo com comportamentos de gosto tão duvidoso. 
4-) Na novela está sendo retratado um jogo de vampiros, novamente outro esteriótipo negativo, o jogo de RPG não acontece apenas com temas como vampiros, lobisomens ou criaturas sobrenaturais, existem muitos jogos ambientados em cenários históricos ricos em referências culturais e conhecimentos gerais. A mídia insiste em retratar apenas como um jogo onde os participantes vestem capas pretas, dentes de vampiros e saem por aí assustando pessoas. 
Estas são alagumas das distorções claramente identificadas, desta forma vamos recolher o máximo de assinaturas possíveis para uma ação de REPÚDIO a estas cenas de gosto duvidoso que causam muito mais danos que benefícios, tratando o espectador, em sua maioria adolescentes, como marionetes acéfalas. 
Queremos um basta a esse tipo de mídia irresponsável e tendenciosa, um basta a ignorância em tempos de acesso a informação e esclarecimento. Que as autoridades tomem providências contra esse tipo de posicionamento altamente prejudicial a infância e adolescência em nosso país, invertendo claramente a realidade para propósitos mesquinhos como aumento da audiência ou desinformação. 
Assim convidamos a todos que apóiam este movimento, que expressem seu posicionamento e o repúdio ao acontecido! 
Assina Mateus de Souza Rocha um jogador de RPG, pesquisador e professor universitário e todas as pessoas, associações e movimentos que concordam com estas palavras assinadas abaixo.
Os signatários
Para assinar basta clicar aqui e preencher os dados. Participe! 

Fonte: REDE RPG



Sobre o Autor:
O PlebeuO Plebeu. Amante de Games e RPG, músico, adora experimentar novos sistemas e cenários, acredita que o futuro do RPG depende dos jogadores ensinarem mais o hobby por ai.


JOGADORES CHATOS E RANZINZAS NO RPG


O leitor Quetzcoltz chegou incrívelmente atrasado para o processo seletivo de novos autores do DB. Mas como ele mandou logo 3 textos de uma vez, resolvi colocá-los aqui. Então aí vai o primeiro deles:




Não, este não é mais um post sobre Editions Wars do D&D! É um post de reflexão filosófica sobre um tema que nos intriga tanto quanto o dilema " tostines vende mais pq é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais",. O tema é: "os sistemas de rpg estão ficando chatos porque o hobby está morrendo ou o hobby está morrendo porque temos JOGADORES chatos". Já perceberam como o número de jogadores pela-saco está crescendo, já perceberam como eles estão dominando todos os blogs, sites, mesas e grupos de discussões.

É incrível minha gente, mas é verdade, esses pseudogamedesignersexpertsranzinzas (denominados assim, pois se acham os bãbãbãs do RPG e criticam todas as regras e edições, mas não passam de velhos ranzinzas) se alastram a todo instante e fazem Editions Wars, sabotam edições, eventos, criticam tudo. Por que cargas d’água eles simplesmente não sentam os rabos em uma cadeira com um grupo de jogadores e jogam a bagaça do sistema que eles querem, ao invés de ficarem enxendo o saco (e posts pela internet) criticando edições. E essa coisa ranzinza não aparece só em Edition War não, de vez em quando eles teimam em ir pra sua mesa de RPG, e a transforma em uma chatice só, pois eles destroem todo o trabalho do Mestre, e toda a campanha, pois jogam uma "praga" e um “desânimo” que nenhuma seção mais acontece.

O pior de tudo, é que o player ranzinza está se alastrando e hoje é muito comum vermos mesas assassinadas por eles. Situações abaixo se repete:

MESA DE ADULTOS RANZINZAS - Mestre "O grupo abre a porta e ao entrar na sala perceb que está debaixo de uma gigantesca aranha gigante venenosa";
Jogadores ranzinzas "Ah tá, vou tentar fura ela com minha...deixa eu ver...espada +2"
MESA DE CRIANÇAS- Mestre "O grupo abre a porta e ao entrar na sala perceb que está debaixo de uma gigantesca aranha gigante venenosa";
Crianças jogadoras - "Eu grito, -sua aranha maldita!!, vai ser furada pela minha espada caçadoras de aranhas, sua criatura imunda, não vai comer meus amigos porque eu to aqui pra defende-los..." e pega o dado com brilho nos olhos sem igual.

Estes jogadores perderam a malícia e todo o amor e insistem que RPG de antigamente era melhor, mas não consegue enxergar que o comportamento dele de ANTES É QUE ERA MELHOR, pois o jogo de RPG continua com o mesmo conceito: jogos de interpretações de papéis.
Eu conheço uma pá de jogadores que por causa destas chatices, perderam ótimos 4 anos de boas jogatinas, só porque a mesa era de um tal D&D 4e, e por não dar o braço a torcer, destruiram toda a diversão.
Acho que hora de refletirmos na questão: será que estamos ficando ranzinzas, sem sal e chatos? Vamos aprender com as crianças galera! 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Jogue AD&D com a galera do Dragão Banguela!



E é chegada a hora de mais uma sessão de RPG online com os leitores do site!
Quem é leitor das antigas já sabe que eu costumo promover de tempos em tempos mesas de jogo com a galera que acompanha o blog.


Além de ser uma maneira de me aproximar do público que lê os posts, também serve-me de inspiração para vários posts como esse aqui e esse outro.

Pois bem, então venho por meio desse post marcar mais uma sessão de jogo para a próxima quinta-feira, dia 16 de agosto de 2012 (se você está lendo esse post no futuro, se fodeu).

Para participar, basta usar o formulário de comentários escolhendo qual dos personagens abaixo listados você escolherá pra jogar. Mas atenção, pois são apenas CINCO VAGAS que serão preenchidas pela ordem dos comentários (o tira teima será a data no e-mail que o Disqus me envia a cada comentário postado).

A plataforma de jogo será, como sempre, o RRPG Firecast. As demais informações como sala de jogo, senha e etc. serão passadas nos comentários quando chegarmos perto da data do jogo, então nada de afobação.

O sistema de jogo adotado será o AD&D 2ª edição, mas se você não conhece ou nunca jogou shame on you não se preocupe, pois não haverá dificuldade alguma.

Os personagens disponíveis são: 









Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é Mago, Ilustrador, Escitor e Técnico em Mecânica quando sobra tempo. Fã incondicional de quadrinhos e videogames, planeja dominar o mundo num futuro próximo.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Aventura Não Tão Solo - Capítulo 4

Escondido atrás de uma rocha, Johan Wolker avistou uma espécie de "clone" seu vestindo uma armadura ameaçadora. Será esse algum dos perigosos mistérios do Vale das Sombras? Vamos descobrir agora!
Com 38% dos votos, vocês escolheram que o nosso herói deveria permanecer escondido. Mas que frangotes! Pelo menos ninguém votou pra ele fugir como uma menininha!

Agora vamos ao que interessa!

Temeroso do que pudesse ser aquela pessoa estranhamente idêntica a ele, Wolker continuou cautelosamente escondido atrás de uma rocha. O que ele não contava é que o tal sósia já soubesse sua localização!

- Não adianta se esconder aí atrás Johan - disse o sósia, com uma voz assustadoramente grave - Eu sou você e sei de todos os seus passos. Agora deixe de ser covarde e lute como um homem!

Se aquele era um ardil para tirar Johan de seu esconderijo, funcionara perfeitamente, pois com o orgulho ferido o guerreiro saltou de trás da rocha com espada em punho e atacou o sósia com toda sua força e perícia calcada em anos de combates a serviço do rei.

O sósia tinha boas habilidades em combate, mas logo Johan percebera que não poderia se tratar de uma cópia perfeita, pois seus movimentos não pareciam os de um verdadeiro guerreiro. Era nítido que o ser tinha uma grande força física inata, mas ele não fora treinado como Wolker para usar isso a seu favor.

Após alguns segundos, Johan já tinha dominado a situação e colocara sua espada em uma brecha da armadura do sósia, que só poderia ser vista por alguém com grande maestria na arte da guerra.

Logo, o clone estava caído e revelara sua real face. Johan já tinha ouvido falar das tais criaturas conhecidas como Dopplegangers, mas nunca vira uma de fato. Nem mesmo a armadura ameaçadora era real, apenas uma ilusão criada pelo ser de pele acizentada que agora jazia morta no chão.

Passado o calor do combate, Johan logo retomou o seu caminho lamentando não ter deixado o inimigo vivo para que lhe desse alguma informação sobre o captor de sua família. Agora, sem cavalo a caminhada seria longa e extenuante e Johan não tinha tempo a perder.

- Suas habilidades de combate são realmente muito boas - disse uma voz vinda de entre as rochas.

- Quem está aí? - indagou Johan.

- Um amigo, apenas!

A voz revelou-se como a de um pequeno ser de roupas bufantes em um tom de verde-musgo. Tinha um rosto arredondado, com grandes orelhas pontudas e um longo nariz. Sua cabeça era coberta por um gorro da mesma cor da roupa.

- Chamo-me Lestrauzintzlinternatzterchauschinsanzer, mas meus amigos me chamam de Lester. Vi sua luta e estou disposto a ajudá-lo a sair do Vale em segurança. E então o que me diz?


Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é Mago, Ilustrador, Escitor e Técnico em Mecânica quando sobra tempo. Fã incondicional de quadrinhos e videogames, planeja dominar o mundo num futuro próximo.

Dust Devils em Pré-Venda


Olá pessoal! Acaba de sair a pré-venda pela REDBOX editora do elogiado DUST DEVILS: histórias no Velho Oeste - Sistema de RPG que permite adaptar os grandes clássicos no bom e velho estilo faroeste.




Para quem curte cenários do Velho Oeste como Sete homens e um destino e Red Dead Redemption, Desperados: Wanted Dead or Alive entre outros, então esse está preste a ser o seu sistema favorito de RPG de faroeste. O jogo também inclui expansões que permitem simular outros cenários como 007, Sin City e o Japão feudal.

Segue abaixo a divulgação que está no site da REDBOX:


Dust Devils é um jogo de interpretação ambientado no violento Velho Oeste. Os jogadores interpretam os ícones daquela época, figuras que todos conhecemos, amamos e, muitas vezes,odiamos — pistoleiros, cowboys, homens da cavalaria, fazendeiros, xerifes, foras da lei, comanches, sioux, garotas do saloon, garimpeiros, enfim, todos aqueles personagens vistos em filmes ou mesmo figuras históricas e lendárias do Velho Oeste.


Em Dust Devils, os jogadores exploram esses personagens do Oeste, reais e fictícios, vivendo em uma terra selvagem e sem lei, lutando contra seus próprios Demônios, seus segredos obscuros, passados problemáticos e os piores vícios que atormentam suas existências.

Nos grandes filmes de Faroeste, nas lendas e na História do Oeste, esses temas continuam vindo à tona. Uma pergunta comum sempre reaparece: a violência contra outros é necessária para sobreviver no Oeste selvagem?

Atirar ou largar a arma?

Este livro explica aos jogadores como encontrar suas próprias respostas.

Além de trazer regras completas para o melhor estilo Western de jogar RPG, o Dust Devils brasileiro a ser lançado pela editora Redbox, se baseia inteiramente na versão revisada do jogo americano. Com isso, o livro básico trará ainda 3 mini-cenários, verdadeiros “hacks” do jogo original, que expandem e demonstram toda a possibilidade de adaptação das regras originais do jogo. São eles:

Deathwish – Pronto para Morrer é um jogo de espionagem, na tradição do famoso personagem de Ian Fleming, James Bond, e muitos outros thrillers e dramas de espiões, populares em filmes e romances. Os jogadores interpretam super espiões, agentes secretos e mestres em manipulação, realizando obscuras espionagens e as mais perigosas operações secretas.

Ronin - Enquanto Dust Devils se passa no violento Velho Oeste do cinema e do folclore, RONIN se passa em um Japão feudal que reinterpreta as regras de Dust Devils. Ao invés de um Demônio, os personagens de RONIN servirão a um Dever para com alguém — ou para com alguma coisa…

Anjos de Concreto se passa no cinzento e cruel mundo da ficção criminal, especialmente como os livros da série Burke, de Andrew Vachss, e de Sin City, de Frank Miller. A Cidade é um local sombrio e sujo onde o crime corre solto. Prostitutas e viciados rastejam pelos becos como ratos, o crime organizado comanda a Prefeitura e os policiais são corruptos ou traumatizados Os personagens são condenados, traficantes, ladrões, garotas da rua e golpistas. Mas, pertencer ao lado errado da lei não faz de você um cara ruim. Apenas o faz ser mais cauteloso.

Vale lembrar que a REDBOX além da venda do livro, disponibiliza  uma versão de luxo, contendo na caixa: fichas com resumos de regras e mãos do pôker,  20 fichas plásticas personalizadas, um baralho personalizado (não sabia? O sistema usa cartas em vez de dados!) e um cartaz de WANTED para uso no jogo.

Segue o link da REDBOX para os interessados:

http://redboxeditora.com.br/loja/shop/dustdevils/ 


Sobre o Autor:
O GárgulaO Gárgula. O Gárgula é professor de Literatura, desenhista e, músico, ArtDesigner e evangélico. Curte desenhos animados,
mas também gosta de séries complexas e bem elaboradas que fazem as pessoas refletirem.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Avatar: The Legend of Korra! Como adaptar?





Não essa não é uma adaptação especifica para um sistema e sim uma dica de como adaptar em vários sistemas diferentes, estou preparando uma complexa adaptação para 3D&T e ACEPÇÃO, quem sabe para Mighty Blade e ReOps também, será um pdf que está me saindo mais complicado que esperava, espero que na proxima temporada eu ja esteja com ele pronto....




Mas deixe de ser preguiçoso aprenda o pulo do gato e adapte para seu sistema favorito!!!

Quando comecei a adaptar Legend of Korra para narrar por aqui, percebi que alguns jogadores estavam em duvida de coisas que pra mim ficaram obvias em avatar, e para começar vinha a pergunta...

Dobrar Elemento é um poder?
A resposta é NÃO!

Dobrar elemento nada mais é que uma arte marcial, isso mesmo, a unica diferença é que alguns poucos nascem com o dom de desenvolvê-la. Mas os conceitos e o processo de aprendizagem é o mesmo!

Se você não percebeu isso, veja os episódios novamente, e perceberá que apesar do elemento dar algumas vantagens especificas em combate, ainda assim pode ser subjulgado por um bom artista marcial...
Se trata de executar o movimento certo, com a concentração adequada para cada tipo de elemento, fazendo com que sua mente e corpo entre em equilíbrio se conectando ao seu elemento, ou no caso do avatar aos seus elementos!

Bom, entendendo isso, vamos deixar de blablabla e ir onde interessa, adaptação meia boca enquanto o Plebeu não faz todo o trabalho sujo por vocês!!!

Minha fonte de pesquisa além de estar assistindo lentamente Avatar desde a Aang até Korra, é o site MUNDO AVATAR, tem algumas informações vitais para adaptar o cenário.

Mas qual sistema escolher?

Depende de suas prioridades, o que eu acho mais adequado é o sistema Daemon, pois sua mecânica de porcentagem é bem precisa, e dá para comprar manobras especiais com pontos de perícia, permitindo uma ótima abordagem no combate, mas eu sei ninguem mais joga Daemon. falemos de coisas plausíveis 3&T e Acepção.

3D&TA solução mais rápida seria assumir que dobrar o elemento é semelhante a ter membros elásticos só que de forma mais complexa, o elemento se torna parte do dobrador, concedendo não só a manipulação cinética como respectivos bônus de acordo com os elementos dobrados.
A característica PdF fica vetada no cenário e para ser usada depende de armamentos ou em casos especiais permitidos pelo mestre.

AcepçãoAlguns elementos ainda estão no ar, a característica "Dobrar Elemento" ganha um mecanismo de títulos que vai de Aspirante a Mestre Supremo concedendo uma quantidade maior de dados, coisas que ainda não era encontrado no sistema, mas ainda assim apesar de embrionário esse sistema parece comportar muito bem a adaptação.

Bem essa é apenas a primeira do que eu espero ser várias postagens sobre esta adaptação e que Aang me ajude...

Agora se virem com essas pequenas dicas por enquanto seus preguiçosos e me deixem voltar a assistir Boston Legal.


Sobre o Autor:
O PlebeuO Plebeu. Amante de Games e RPG, músico, adora experimentar novos sistemas e cenários, acredita que o futuro do RPG depende dos jogadores ensinarem mais o hobby por ai.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Aventura Não Tão Solo - Capítulo 3


Bem, excepcionalmente essa semana, o capítulo da Aventura Não Tão Solo saiu na quarta-feira, mas agora com os problemas pessoais resolvidos, vamos dar sequência à saga de Johan Wolker!

No capítulo anterior Johan ouviu passos pesados vindos pelo Vale dos Mortos. Será um inimigo? Bem, com 70% dos votos, vocês decidiram que ele se esconderia atrás de uma rocha até descobrir do que se trata e saberemos disso agora!




Ainda transtornado com o seu sono repentino e o sumiço de seu cavalo, Johan escondeu-se atrás de uma rocha com sua espada em punho.

Mesmo ciente de todos os perigos e lendas sobre o Vale dos Mortos nada poderia o perparar para o que aconteceria a seguir.

Johan avistou um homem grande de armadura ameaçadora, com espinhos nas ombreiras, cotovelos e manopla. Porém o que chamou a atenção do guerreiro foi o rosto do homem de armadura. Tratava-se de seu próprio rosto!

Ele sabia que não tinha nenhum irmão gêmeo e por isso acabou ficando totalmente estarrecido! O que fazer? Ele deve se decidir rapidamente!


A resposta vocês saberão na próxima segunda-feira!


Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é Mago, Ilustrador, Escitor e Técnico em Mecânica quando sobra tempo. Fã incondicional de quadrinhos e videogames, planeja dominar o mundo num futuro próximo.