
Saudações macacada!
Pois é, resolvi aparecer novamente no Dragão Banguela depois de um longo, longo tempo para alegria geral da nação (ou não).
Mas eu sou tão salafrário, mas tão salafrário, que a postagem de hoje não é de autoria minha, mas sim do leitor Ladyus que resolveu criar culhões e participar do Post de Leitor de hoje.
Então, confiram só o Malévolo Post do Leitor do Ladyus...
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Em muitas histórias o Mal é uma figura importante, que gera o clima e constrói a trama. E exemplos não faltam, desde livros e filmes até novelas das oito (ou nove?! Nove e me...), enfim “o Mal está em toda parte” (citação de Star Wars). Mas o Mal não é sempre o mesmo, camaleônico e ardiloso, torna-se inclassificável.
Simplesmente... Mal
Crueldade, sanguinolência, aterrorizante, com isso podemos descrever a maioria dos vilões que ficaram gravados em nossa memória até hoje, seres mesquinhos que fariam de tudo para alcançar seus vis objetivos, aprisionam donzelas, forjam anéis, roubam espadas, erguem exércitos ou brincam com o destino dos mais fracos. Os seres malignos costumam ser enganadores e não ter qualquer apego a dogmas. Seus objetivos geralmente tem haver com seu passado, pois ninguém nasce bom ou mal. O destino geralmente os faz dessa maneira.

O Corrompido
Não importa como tenha sido seu passado, pode ter vindo de uma bela infância com uma feliz família no campo, casando-se com uma bela e leal jovem, ou talvez tenha vivido toda sua vida em um mosteiro, devotando-se a um justo e bondoso deus. Pois nada disso tem valor caso encontre uma relíquia banhada em perversão, ou conheça e sirva a um ser maligno, ou deite-se com um demônio, ou o poder... o poder é o maior de todos os corruptores. O passado não importa mais.O Mal de dentro
Nem todas as criaturas são malignas, às vezes sua natureza é tão perturbada e exótica ou mal compreendida, que esta palavra torna-se um adjetivo aceitável. Algumas criaturas têm de conviver consigo mesmas em equilíbrio entre a ferocidade e o autocontrole. São seres que buscam uma paz que talvez nunca encontrem.
O Mal como protagonista
O ser maligno por si só é uma verdadeira fonte de histórias, então por que não ser usado como protagonista e não como antagonista? Aproveitarmos seu ponto de vista diverso dos outros personagens. Seu uso poderia ser dividido em duas classes distintas: O Grupo do Mal – Um grupo que vive pela vingança, ambição e anarquia. Como eles agiriam? Qual o limite de suas ações? Como podem confiar uns nos outros? E se um deles percebesse que está no caminho errado?
O Vilão entre os Heróis – Um personagem age e pensa de maneira diferente de seus amigos. Como é a convivência do grupo? As desconfianças cedo ou tarde alguém vai acusá-lo de algo que não fez, como ele reagirá? O que o membro mais nobre pensa sobre suas ações pouco ortodoxas?
Enfim...
O Mal é apenas um pequeno segmento de uma história e mesmo assim tem importâncias mil, podendo ser trabalhado de diversas maneiras, estes foram alguns poucos exemplos, mas como citado anteriormente não há como classifica-lo. O seu uso deve ser guiado pelo bom senso e o toque pessoal do narrador para melhor se adequar ao grupo.

Este foi o Post do Leitor do Ladyus, abaixo está a ficha dele escrita a SANGUE:
* Nome real: Vinícius de Souza Leal
* Apelido: Ladyus
* Idade: 21 anos
* Sistema que mais gosta de jogar: D&D (qualquer), Ação!!! e sistemas próprios.
* Há quanto tempo joga RPG: Jogo a mais de 11 anos.
Então galera, se tiverem coragem e boas idéias, vocês podem participar do Post do Leitor acessando este link aqui e obtendo todas as informações necessárias.
Grande abraço e nos vemos no próximo post!