quinta-feira, 9 de junho de 2011

[NOTÍCIAS] - Novo Site da Revistaria Digital



Sempre é legal ver novas iniciativas no RPG brasileiro!

Há muito tempo vemos precursores do apocalipse dizendo que o RPG vai acabar, as editoras vão falir e blablabla, por isso, sempre me anima muito ver gente que ao invés de se lamentar, levanta a bunda da cadeira e vai FAZER alguma coisa...

...

Okay, mas discursos motivacionais à parte, vocês devem se lembrar que há algum tempinho o Trapaceiro fez um review de um novo livro de RPG chamado Era Perdida. Se não se lembra, basta clicar aqui pra ler.

O livro trazia como maior novidade (pelo menos aqui no Brasil), o seu formato. Você paga um valor e tem acesso ao livro através da internet. Tudo muito chique e inovador.

Pois bem, agora a Revistaria Digital tem um novo site que conta além dos livros eletrônicos, com uma loja virtual e um espaço para divulgação de livros físicos, onde existe a possibilidade de o autor entrar em contato com a editora e ter seus próprios livros publicados. Uma mão na roda pra quem sempre sonhou em ser autor de RPG!

Além disso, olha com o que eu dei de cara quando entrei no site pela primeira vez:



(a ilustração toscamente feita no Paint fica por minha conta!)

E para acessar o site, basta clicar AQUI!!!

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Desenha melhor que o Rob Liefeld.



segunda-feira, 6 de junho de 2011

[ONE-SHOT] X-Men Gurps Supers


Hell Yeah, cambada!

Mais uma sessão de jogo online com a galera do Dragão Banguela!

E entrando na onda do filme X-Men: Primeira Classe (muito foda por sinal, aguardem o review lá no Dimensão X), vamos a mais uma partida super-heróica...

...

Pois é, galera, a próxima sessão de jogo será com o meu grupo de super-heróis favorito, os Homens-Xis! E o sistema escolhido dessa vez será o clássico Gurps Supers da época da 2ª edição, publicado pela Devir lá pelos idos dos anos 90. Dizem que a nova edição é bem melhor, mas do jeito que a coisa anda eu duvido que a Devir nos traga esse sistema.

Bem, eu falei do filme lá em cima, mas na verdade a jogatina vai ser fiel somente aos quadrinhos então parem de pensar no caso do Prof. Xavier com a Mística.

A cronologia adotada será a dos anos 70, quando a equipe clássica havia sido dissolvida e o Prof. Xavier resolveu contatar mutantes dos mais diversos pontos do planeta (antes o grupo era composto apenas por estadunidenses).

Os personagens disponíveis serão:

  • Banshee
  • Ciclope
  • Colossus
  • Garota Marvel
  • Noturno
  • Pássaro Trovejante
  • Solaris
  • Tempestade
  • Wolverine

Agora vou descrever em termos bem básicos a cronologia adotada na sessão de jogo para que os jogadores possam se situar. Contudo, eu não seguirei as HQs à risca, pois como vocês podem perceber, tanto a Garota Marvel quanto Solaris permaneceram na equipe.

"Após os X-Men originais (Ciclope, Garota Marvel, Fera, Homem de Gelo, Anjo, Destrutor e Polaris) terem sido aprisionados por Krakoa, a Ilha Viva, o Professor Charles Xavier convocou uma nova equipe de mutantes ao redor do globo, com os mais diversos poderes. Apesar da maioria ser inexperiente, o grupo conseguiu resgatar os outros mutantes da ilha.

O que o Prof. Xavier não esperava é que seus pupilos originais desistissem de ser X-Men. Apenas Ciclope e a Garota Marvel permaneceram ao lado de seu mentor.

Agora uma nova equipe foi formada, ainda inexperiênte e com pouca capacidade de agir em grupo. Antes de enfrentar os perigos de criminosos como Magneto e a Irmandade de Mutantes, os Novos X-Men devem aprender a conviver uns com os outros."

A trama do jogo vai alternar os conflitos internos da equipe com os costumeiros combates contra vilões. Ou seja, teremos os momentos de interpretação e os de porradaria!

As fichas foram adaptadas a partir das que foram publicadas na Dragão Brasil #95, sobre o filme X-Men 2, mas com as adaptações necessárias. Fogem a esse caso, é claro, as fichas de Solaris, Banshee e Pássaro Trovejante, que foram criadas a partir do zero.

Vale ressaltar que, assim como no caso da Liga da Justiça, não foi respeitado um padrão de pontuação. Tanto eu quanto o autor da matéria da Dragão Brasil, apenas escolhemos os pontos, as vantagens e as desvantagens que mais se adequam aos personagens.

Os fanáticos por equilíbrio mecânico podem chiar, mas basta usar a lógica: Quem é feito com mais pontos, o Super-Homem ou o Batman?

Quanto à sessão de jogo, ela vai rolar no próximo sábado, às 23:00, na sala dragaobanguelax e a senha é dragaobanguela . As fichas você pega aqui: http://www.4shared.com/file/HdjgPglH/X-Men.html?

Para se inscrever no jogo basta deixar um comentário no formulário abaixo e dizer qual o personagem que você deseja. As inscrições serão feitas pela ordem dos comentários, então quem chegar primeiro fica com as vagas.

Então escolha o seu mutante favorito e bom jogo!

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Narrador mutante.


domingo, 5 de junho de 2011

O Amargo Sabor da Derrota


Saudações, cambada!

Após um longo e tenebroso inverno, retorno com a rotina de postagens aqui no blogue. E a postagem de hoje, além de conter mais algumas dicas narrativas, ainda serve de redenção para este que vos escreve.

Não entendeu? Então confira no Leia Mais...

...

No artigo sobre matar ou não os personagens dos jogadores eu falei quenão curtia matar os personagens por acreditar que isso é, de alguma maneira, prejudicial à trama.

Isso foi o suficiente para fazer com que alguns acreditassem que eu sou um narrado mariquinhas que nunca mata nenhum PJ e por isso a vida deles é sempre muito fácil.

DIGO-VOS NÃO!!!

Há muito tempo há uma crença errada de que o pior castigo que um personagem de RPG pode receber é a morte e que, como tal qual um jogo de videogame, isso significaria a derrota dele.

Isso não é, em absoluto, verdadeiro, afinal estamos falando sobre mundos onde deuses, magia e a ressureição são coisas verdadeiras. Por mais ateu e cético que um personagem possa ser, esses elementos SÃO comprovadamente reais na maioria dos mundos de RPG.

O que eu quero dizer é que - e me perdoem pelo clichê - existem coisas bem piores que a morte.

Sim, é verdade que eu raramente mato os personagens nas minhas mesas de RPG, mas também é verdade que eles são derrotados com mais frequência que os Decepticons ou o Vasco da Gama!

Também é fato que a aventura que eu mais gostei de jogar até hoje, foi uma aventura de D&D 3.5 em que o grupo saiu derrotado. Curiosamente, os únicos jogadores que não curtiram foram os conjuradores divinos que foram temporariamente abandonados por seus poderes patronos.

Para exemplificar melhor esse método de pensamento, usarei como exemplo a primeira aventura de AD&D que narrei online com a galera que acessa o blog, A Cidade Perdida, originalmente escrita para D&D 1ª edição e cuja tradução vocês conferem gratuitamente aqui no Blog

Nesta aventura os personagens estavam perdidos dentro de uma pirâmide semi-enterrada nas areias do deserto, habitada por loucos com máscaras de animais, o que por si só já era de foder qualquer um.

Mas o golpe mais duro foi quando os personagens encontraram alguns sujeitos que pareciam usar máscaras de rato. Cansados pelo fato de já estarem perdidos ali há dias, os personagens resolveram partir pra porrada. BIG MISTAKE!

Os sujeitos não eram homens com máscaras de rato, eram licantropos-rato, que não só limparam o chão com a bunda dos personagens, como levaram TODOS os seus pertences, como mochilas, armas, armaduras e tesouros, deixando-os numa situação mais desesperadora do que a de um país sub-desenvolvido em plena guerra civil!

Foi necessário que os jogadores (e consequentemente os personagens) aprendessem que para vencer seus inimigos eles precisariam mais do cérebro do que dos músculos. Aliás, foi algo extremamente bem sucedido, pois nas sessões seguintes, mesmo quando há combate, os personagens agem com mais cautela (mas sem exageros pra não ficar um jogo chato).

Outra função muito boa que o narrador pode dar à derrota é a lição de humildade. Todo grupo sempre tem um ou mais jogadores que faz dezenas de cálculos para criar uma super-ficha cheia de subterfúgios nas regras para criar um personagem capaz de chutar a bunda do Hulk sem nem ao menos suar. Via de regra tais personagens costumam ser mal desenvolvidos, pois normalmente o jogador Overpower prefere passar o processo de criação do personagem fazendo cálculos do que pensando na personalidade dele, mas isso não é sempre verdade. De fato, conheci muitos personagens que tinham históricos e interpretações interessantes, mas ainda assim eram perfeitas máquinas de matar.

Um erro comum, desse tipo de jogador, contudo, é achar que porque as regras o tornam invencível que ele de fato o é. E é nesse momento em que ele se torna extremamente confiante em que o Narrador mostra que não existem heróis invencíveis.

Falando dessa maneira pode até aprecer que eu estou defendendo a ideia de que o Narrador deve jogar contra os demais jogadores, o que é uma ideia errônea. O Narrador deve guiar o jogo seguindo apenas um princípio: A diversão. É claro que perder não é algo divertido, mas ser sempre vitorioso é menos divertido ainda!

Apenas pensem em algo: O que é mais divertido? Aqueles desenhos animados dos anos 80 em que o herói SEMPRE vencia e no final dava uma lição chatíssima de moral, ou uma trama em que tanto heróis quanto vilões tem virtudes, defeitos, desvios de caráter e outras características do mundo real?

Claro que eu adoro o He-Man, mas é um absurdo comparar a qualidade desse cartoon com um Watchmen da vida...

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Narrador cybertroniano.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Post do Leitor: Convivendo com o Clichê


Salve salve malditos!

Hoje temos um Post do Leitor que estava escondido nos cantos mais obscuros da minha caixa de e-mails (assim como os demais Post´s dos Leitores que estão na fila).

O leitor Bruno Carvalho fez esta postagem adicionando conteúdo ao antigo Post do Leitor lááááá de Dezembro de 2010 do leitor Ladyus.



Confiram só...

Convivendo com o Clichê



Já que o
último post do leitor foi sobre clichês, este é sobre como evitá-los. Uma das verdades constatadas a de que “você pode correr do clichê, mas não se esconder.” Por mais que você tente, a porcaria do clichê sempre está lá. Então como vou evitá-lo? Clichê, nada mais é do que a mesma descrição para personagens/lugares/eventos diferentes.

Tipo, Gandalf, Dumbledore e Elminster. O clichê do mago poderoso, barbudo, grisalho, chapéu pontudo... Mesma descrição, personagens diferentes. Mas quando você observa mais atentamente vê os clichês sendo quebrados. O melhor exemplo é o de Elminster: o indivíduo possui níveis de guerreiro e ladino, além de saber dançar e atuar.

Veja o “antes e o depois” da ilustração do moço e você perceberá um mago que até mesmo em aparência não é clichê.
Se você assistiu Shrek, sabe como clichês “incompletos” podem ser interessantes. Fiona é uma princesa padrão? Sim. Até vê-la usando golpes de kung-fu... O corcel é um burro e o herói é um ogro.
É estranho, mas foi uma fórmula de sucesso para um filme cômico.
Todo paladino precisa ser o menino bonzinho do grupo? Super homem é um herói, mas Batman também é.

Imagine um paladino com sua tendência normal, porém amargurado por coisas passadas? Que tal um homem assombrado por um grande erro do passado (homem-aranha)?
Geralmente, grandes vilões são clichês. Não importa de qual desenho/cenário/livro ele é, todo vilão sempre quere dominar/destruir. Mas como eles pretendem fazer isso? Essa é a pergunta que vai tirar o seu NPC do alinhamento muito/clichê para ser pouco/clichê.

Querem ver vilões interessantes? Leia sobre os vilões de Warcraft. Eles têm uma historia muito mais complexa que o simples “ele é mal e pronto”. Uma boa historia faz até o maior clichê ser aclamado como original. O herói corrompido é clichê? Darth Vader não. Ele era o predestinado a trazer o equilíbrio a força (clichê...), ele fez isso de uma forma bem diferente do esperado.

Que tal lord Soth? E Vecna? Destruir? Dominar? Que nada, ele desejava a divindade.
Que tal um vilão redimido? Quando foi a última vez que você viu um? E não estou falando de anti-herois, estou falando de um vilão que se tronou realmente bom. E que tal vilões e heróis que não são tão maniqueístas? As vezes a vilania ou heroísmo depende do ponto de vista.

Numa guerra, os outros são os inimigos, nós os heróis.
Pois bem, para fugir do clichê basta apenas modificá-lo um pouco. Não precisa criar uma coisa totalmente do nada (o que não é fácil), basta apenas alterar alguns detalhes e... você terá algo “totalmente novo”. Veja que grandes obras podem ser grandes clichês reformulados.

Bem interessante não é? Este foi o Post do Leitor do Bruno, confiram abaixo a ficha dele: * Nome real: Bruno Carvalho
* Apelido: -
* Idade: 24 (sem piadinhas)
* Sistema que mais gosta de jogar: D&D e Pathfinder
* Há quanto tempo joga rpg: 10 anos ou mais

Buenas macacada! Então é isso, comentem aí o que acharam da postagem do cabra. Nos vemos no próximo post.

domingo, 29 de maio de 2011

Beast Wars - Resumo da Aventura




Ontem rolou a primeira aventura da nova temporada de mesas One-Shot aqui do Dragão Banguela e mais uma vez tivemos muita diversão nerd!

Quer saber o resultado? Cliquem no Leia Mais!

...

A premissa da aventura era relativamente simples e seguia razoavelmente os acontecimentos do desenho animado, mas com algumas invenções insanas minhas.

Uma nova Câmara de Inércia caiu no planeta, mas os computadores acusavam que não se tratava de uma câmara dos Maximals e sim de uma terrível experiência dos laboratórios dos Predacons em Cybertron.

Nessa câmara estavam contidos fragmentos da personalidade dos três membros da Brigada Aérea dos Decepticons, ou seja, Starscream, Thundercracker e Skywarp (os três caças dos Decepticons, pra quem já viu o desenho animado dos anos 80). Aparentemente, Megatron havia roubado essa capsula em sua fuga de Cybertron, junto com o disco de ouro dos Maximals.

Sim, na minha aventura Megatron é fdp a ponto de trair sua própria espécie! Aliás, vocês verão que nesse jogo os Predacons eram uma força a ser temida e até os imbecis do Waspinator e do Terrorsauro deram muito trabalho para os jogadores!

Mas enfim, no combate de naves mostrado no primeiro episódio do desenho, essa câmara também ficou em órbita da Terra e pra piorar as coisas pra nossos heróis, ela estava caindo próximo a um vulcão no território Predacon!

Infelizmente, nossos heróis chegaram tarde após contratempos com os Predacons voadores e ao chegarem lá, Megatron e Tarantulos haviam aberto a câmara de inércia e ativado a centelha ali contida, que se transformara em Deathwing, o mais forte dos Predacons.

Pra piorar mais as coisas o local onde o combate rolou era carregado de Energon e nossos heróis não poderiam ficar muito nas formas robóticas!

Deathwing tinha a mente estrategista de Starscream, os poderes sônicos de Thundercracker (um Ataque Especial Amplo) e o poder de Teleporte de Skywarp, uma combinação matadora!

Uma coisa muito legal dessa aventura é que mesmo eu não conhecendo nenhum dos jogadores, todos interpretaram muito bem seus personagens. Mesmo em uma aventura basicamente combativa, todos procuraram representar a personalidade de cada um conforme o desenho animado.

O resultado foi mais uma mesa online memorável. E que venham outras!

Para saber como foi a sessão de jogo em detalhes, basta fazer o download do resumo da sessão!

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Narrador cybertroniano.


domingo, 22 de maio de 2011

Novidades nas Mesas Online do Dragão Banguela

Saudações, cambada!

Como alguns de vocês devem saber, já se tornou tradição as mesas online promovidas pela equipe do Dragão Banguela (na verdade sou eu mesmo :p) no programa RRPG Firecast.

Nesse ínterim tivemos variados níveis de sucesso, por isso, apresento-vos algumas novidades, então cliquem no Leia Mais e vamos por partes...

...



1) Mesa Fixa de AD&D

Essa continua firme e forte todas as quintas-feiras no horário de 22:30. O grupo é fixo (a não ser que algum jogador desista) e a campanha é contínua, mas qualquer leitor pode entrar na sala e assistir ao jogo, contanto que não atrapalhe o andamento do chat, mas mensagens privadas (PVT) são liberadas.

A sala é AD&D_dragaobanguela e a senha é dragaobanguela01

Atualmente a mesa conta com sete jogadores, cujos personagens são:

Albernaizzer - Mago, Humano
Ark dos Quatro Ventos - Druida, Humano
Ingroh - Paladino de Tyr, Humano
Kenay - Ladrão, Halfling
Kerec - Guerreiro, Humano
Minato - Clérigo de Tempus, Humano
Wargor Barba Prateada - Guerreiro-Clérigo de Helm, Anão



2) Diários de Campanha

Uma das coisas mais legais da mesa fixa são os diários de campanha, que nada mais são do que versões novelizadas das aventuras e desventuras dos nossos aventureiros, com textos editados por mim, seja para tornar a leitura mais fluida, ou para evitar os erros de digitação e vícios de linguagem de internet, tão comuns em chats online.

Infelizmente, como vocês já devem ter sacado, a minha constante falta de tempo (fazem quase quatro anos que eu não tiro férias do trabalho) me impede de manter um ritmo de postagens (já estamos na segunda aventura e eu não consegui terminar o diário da primeira).

Para solucionar esse problema, eu estou preparando um mega arquivo em PDF com os textos das aventuras, desde o começo até o fim de cada aventura e se tudo der certo, ainda pretendo incluir imagens (seja dos mapas, dos módulos ou até desenhos originais dos personagens) e comentários sobre as partes de regras (algo como: "Nessa armadilha os personagens tiveram de rolar um Teste de Resistência à Veneno").

Isso será vantajoso pra mim, pois eu só terei o trabalho de escrever, sem me importar em formatar o texto no padrão do blogger, nem mexer com HTML.



3) Mesas One-Shot

Outra novidade legal que acabou dando certo foram as mesas one-shot. Ou seja, aventuras curtas, com uma quantidade variável de jogadores.

Algo que eu gosto muito nesse tipo de mesa é que eu posso simplesmente ligar o foda-se e colocar o tema que achar mais divertido. Já tivemos Street Fighter, Mystara e até Liga da Justiça.

A novidade aqui é que eu pretendo me organizar pra ter uma one-shot diferente a cada semana (sempre aos sábados às 23:00). O sistema e o tema da aventura será definido sempre durante a semana (provavelmente no domingo posterior à última sessão), mas já aviso de antemão que o sistema 3D&T será o que mais dará as caras por aqui. Simplesmente porque esse é um sistema simples e ágil e eu posso deixar toneladas de fichas prontas em poucos minutos (calculem o tempo que se leva pra fazer uma ficha de D&D3 ou 4).

Claro que nada disso impede que outros sistemas pintem nessas sessões, apenas que 3D&T terá preferência. E quem não curte coisas mais "animadas" como Street Fighter e Liga da Justiça, pode ficar tranquilo que eu ainda pretendo fazer sessões com coisas mais "sérias" como Mundo das Trevas e a galerinha de Ktullu.

Aproveitando a deixa, a última sessão one-shot que deveria rolar ontem, com uma aventura de Beast Wars pra 3D&T, foi adiada para o próximo sábado, por falta de jogadores. Por isso, entrem no tópico original e inscrevam-se, pois ainda há vagas!



4) Sua Mesa Aqui!

Ainda estamos estudando uma maneira de organizar isso, mas também há a possibilidade de divulgarmos e participarmos de mesas organizadas por leitores do blog. De fato, da mesa fixa derivaram-se duas outras mesas, uma de Tormenta RPG e outra de Star Wars Saga (que infelizmente não deu certo), ambas organizadas por jogadores, onde eu fiquei do outro lado do Escudo do Mestre.

Então, por enquanto é isso. Aguardem novidades!

Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Mestre de Masmorras virtuais.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Downloads: Mazes & Minotaurs - Livro do Jogador


Salve salve vermes!

Mantendo o bom hábito do Dragão Banguela Ancião de selecionar apenas o que há de bom na "interrede", hoje temos o grande prazer de lhes indicar (e obóviomente lhes fornecer um link de download) o livro de RPG Mazes & Minotaurs.

Confiram no replay...

...

Mazes & Minotaurs é um Old Game Renaissance (seja lá o que biscas isso significar...) baseado na mitologia grega.
Se você gosta de filmes como Fúria de Titãs (não o novo, e sim o antigo) ou sempre sonhou em calçar um par de havaianas e sair por aí bancando o Perseu, este é o livro definitivo para você.

O livro, já lançado no idioma inglês, espanhol e russo, ganha a sua versão em português pelas mãos de Helio Grego Greca.

Como o Dragão Banguela não quer perder o seu posto de ser "sempre o último veículo informativo ao distribuir informações" nós esperamos cerca de 20 dias desde o lançamento oficial do livro em português para que outros blogues e sites publicassem essa informação.

Seguindo o embalo, ainda há tempo para participar da promoção que a Rocky Balboa Raccoon (o site do Helio Greca) está disponibilizando para os jogadores que estiverem dispostos a fazer o playtest de Mazes & Minotaurs e enviar sugestões para melhoria do mesmo.

Saquem só os prêmios:

1° Prêmio: Uma Action Figure do Rei Leonidas, do 300 de Esparta;

2° Prêmio: Uma edição de luxo da HQ 300 de Esparta;

3° ao 5° Lugar: Conjuntos de Dados para Mazes & Minotaurs;


Show de bola né?

Além de traduzir o Mazes & Minotaurs e sortear prêmios aos leitores, o Helio Greca ainda é filântropo. Ele irá doar R$1,00 por download efetuado, em livros e jogos para a Biblioteca da instituição Lar Moisés, uma casa que abriga crianças que sofreram abusos em casa ou foram abandonadas.

Então galera, estou deixando o link de download fornecido pela própria Rocky Raccoon, por isso não deixem de efetuar o download do Mazes & Minotaurs. Além de conhecerem um ótimo RPG Old School, você irá ajudar a depenar as finanças do Helio em doações hehehheehhe.

Abaixo, o link de download:

Mazes & Minotaurs - Livro do Jogador Traduzido

Nos vemos no próximo post malditos!


Sobre o Autor:
O TrapaceiroO Trapaceiro é uma das mentes doentias por trás do Blog do Dragão Banguela. Futuro professor de História, quando formado, irá ensinar aos seus alunos o "Evangelho Segundo o Rpgista Old School". Acredita piamente que o saudoso AD&D será republicado um dia.


domingo, 15 de maio de 2011

[ONE SHOT] - Beast Wars 3D&T


Sim, mais uma mesa online One-Shot!

E desta vez sobre um dos desenhos animados que eu mais adoro!

Se você também é fã dos animais-robôs transmorfos clique no Leia Mais e veja como participar.

Se não é fã... Ora, você não merece viver!

...

Antes de mais nada, um pouco de aula de história pra quem não viveu os anos 90.

Beast Wars é a continuação direta de Transformers, desenho animado criado pela Hasbro (aquela mesma das Masmorras e dos Dragões ) para vender brinquedos.

Em Transformers existiam os Cybertronianos, seres robóticos com consciência própria que travavam uma guerra eterna pela soberania de seu mundo e que eventualmente vieram parar na Terra em plenos anos 80 (e cuja linha temporal avançou até o longínquo ano de 2006 na 3ª temporada).

Os Cybertronianos dividiam-se em duas facções, os Autobots e os Decepticons. Os Autobots se transformavam em veículos civis (caminhões, carros de corrida, etc) com algumas exceções (Hound, por exemplo, era um jipe militar e o mala do Powerglide era um jato), enquanto os Decepticons transformavam-se em armas, jatos e equipamentos de comunicação (Soundwave era um rádio e de sua caixa toráxica saíam robôs menores em forma de fita-casete, como Ravage, Laserbeak, Rumble e Frenzy).

Bem, por volta de 1987 o desenho parou de fazer sucesso e apesar de uma animação japonesa ou outra, quase não víamos mais os robozôes transformistas, até que em 1996 a produtora Mainframe fez Beast Wars, uma animação em computação gráfica que se passava milhares de anos após o fim de Transformers.

Nesta saga não haviam mais Autobots e Decepticons, mas sim seus descendentes, os Maximals e os Predacons, respectivamente, que não eram gigantes como seus antecessores, mas tinham basicamente os mesmos poderes.

Apesar de suas diferenças, as duas raças não estavam mais em guerra, até que Megatron (um criminoso que adotou o nome do líder original dos Decepticons) roubou um importante artefato dos Maximals e reiniciou o conflito.

Os Predacons fogem para um planeta rico em Energon (o "alimento" dos transformers), mas os Maximals partem em seu encalço. Os problemas começam quando o dispositivo Transdobra (usado pelos Predacons pra viajar mais rápido que a luz) provoca um recuo no tempo, fazendo com que ambas as naves avariadas caiam no planeta (a Terra), muitos anos no passado, antes mesmo do surgimento do ser humano (mas após a extinção dos dinossauros).

Ambas as facções de Trasnformers descobrem que o planeta era tão rico, mas tão rico em Energon que isso os causava sérios danos por sobrecarga e que para sobreviver deveriam se adaptar ao ambiente assumindo formas alternativas de animais locais.

Os Maximals então usam as formas de animais normais como um gorila, um rato, um guepardo e um rinoceronte, enquanto os Predacons usam as formas de insetos e dinossauros (obtidos através de fósseis existentes no local).

As formas animais eram bem mais fracas que as robóticas, mas eram também imunes à sobrecarga de Energon, por isso os robôs deveriam administrar bem o uso de ambas as formas.

A série prossegue com os conflitos de ambas as facções de robôs e com o resgate das protoformas que ficaram em órbita. Para quem não sabe, uma protoforma é a maneira como os transformers "nascem". Após serem resgatadas as protoformas colhiam as informalções da fauna local e criavam sua forma alternativa.

Na nossa aventura os jogadores interpretarão os Maximals e eventualmente terão suas tretas com os Predacons. Para tanto usarei as regras de 3D&T, baseado nas fichas que saíram na Dragão Brasil n° 61.

O jogo vai rolar no próximo sábado às 23:00 e os personagens disponíveis são:

* Optimus Primal (Gorila)
* Rhynox (Rinoceronte)
* Rattrap (Rato)
* Cheetor (Guepardo)
* Dinobot (Velociraptor, o Predacon renegado)
* Tigatron (Tigre Branco)
* Air Razor (Falcão, a única mulher no grupo)

Usarei a plataforma RRPG Firecast e a sala onde o jogo vai rolar é a Dragaobanguelax (é só digitar na busca) e a senha é dragaobanguela (podem falar, eu sou criativo pra senhas).

Para se candidatar ao jogo basta dar um grito aí nos comentários dizendo qual será o seu personagem e para baixar as fichas é só clicar AQUI.


Sobre o Autor:
O OráculoO Oráculo é o segundo em comando no Blog do Dragão Banguela e escreve sobre nerdices em geral no Dimensão X. Mago e Técnico em Mecânica nas horas vagas. Acredita que o mundo precisa de mais gorilas enfrentando tiranossauros.


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Downloads: Ars Magica - Traduzido


Saudações vermes!

Nesta sexta feira 13 nada mais prudente do que fazer uma postagem de um livro de autoria de um dos lendários game designers de rpg de horror: Mark Hein-Hagen!

Confiram aí...




...

Ars Magica 4ª Edição!

Este é o nome do livreto que chega hoje em suas mãos pútridas graças ao cliclópico trabalho do mago Presto?? (sim, este é o nick do cabra), contribuinte de generosos scans na comunidade do Senhor dos Downloads.

Bom, o trecho que escrevi lá no início da postagem sobre a cria de Mark Hein-Hagen (o criador de vários títulos do Mundo das Trevas) é "meia verdade", visto que Hein-Hagen e Jonathan Tweet (o outro criador do Ars Magica) participaram pelo que sei apenas da primeira edição, e esta que foi lançada em português é a 4ª edição do Ars Magica.

Poucas pessoas tem conhecimento deste livro, e dentre essas poucas pessoas que conhecem, a maioria não vê com bons olhos a edição traduzida para o português devido aos grotescos erros de tradução encontrados na obra.

Ao que parece o livro foi traduzido com um beta do Google Translate.

Mas há também a corrente dos que consideram este um dos melhores sistemas relacionado à utilização de Magias. Outra peculiaridade interessante do sistema é que os jogadores jogam com mais de um personagem ao mesmo tempo e também se revezam para narrar a aventura alternando-se entre si.

Eu sou um completo leigo em se tratando de Ars Magica, mas fiquei bem interessado pelo estilo narrativo e pela descrição do cenário, que se passa em uma pseudo Europa Medieval do século XIII, mais especificamente no ano de 1220.

As ilustrações do livro são bem bonitas, lembrando muitas das ilustrações dos livros básicos de AD&D só que em P&B. Só achei meio pobre a diagramação do livro, ficou feio um monte de letras jogadas em um fundo branco sem nenhuma margem, poderiam ter colocado alguns detalhes que lembrassem sei lá, a idade média por exemplo, para dar um clima mais interessante.

Na parte das regras prefiro não opinar, pois como eu havia dito antes, sou um completo leigo em se tratando de Ars Magica.

Novamente volto à questão da tradução da bagaça. Ao que parece o problema é bem sério aqui, fazendo com que a mecânica do jogo seja prejudicada.

Buenas, confiram aí este presentão que o Presto?? deixou para nós e postem aí os erros grosseiros de tradução que encontrarem (podem comparar com a versão original em inglês mesmo, que ao que consta pode ser baixado gratuitamente no site).

4shared

Ars Magica 4ª Edição - Traduzido



Nos vemos no próximo post macacada!


Sobre o Autor:
O TrapaceiroO Trapaceiro é uma das mentes doentias por trás do Blog do Dragão Banguela. Futuro professor de História, quando formado, irá ensinar aos seus alunos o "Evangelho Segundo o Rpgista Old School". Acredita piamente que o saudoso AD&D será republicado um dia.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Vídeos: Roll a D6



Saudações vermes!

Nossa, quanto mais eu rezo, mais assombrações me aparecem. Fiquei tão chocado, tão estarrecido com este... clip musical (?) que me sinto na obrigação de compartilhar esta infame experiência com vocês (e também para não reclamarem que faz quase um mês que não postamos nada no Dragão Banguela)!

Confiram só...

...

Não digam que eu não avisei, o conteúdo visual e sonoro deste vídeo é forte demais para pessoas bichinhas de coração fraco.




Depois de arrancar meus olhos e comê-los com limão e sal pude fazer uma sensível reflexão:

Talvez os filmes de D&D não sejam tão ruins assim!

Este é um típico exemplo de que por mais velhos que sejamos, sempre existirá algo que irá nos surpreender por mais trash que seja.

Galera, essa semana pretendo começar a fazer postagens mais regulares, visto que terei 20 dias de descando acadêmico.

Nos vemos no próximo post.


Sobre o Autor:
O TrapaceiroO Trapaceiro é uma das mentes doentias por trás do Blog do Dragão Banguela. Futuro professor de História, quando formado, irá ensinar aos seus alunos o "Evangelho Segundo o Rpgista Old School". Acredita piamente que o saudoso AD&D será republicado um dia.